quarta-feira, 4 de dezembro de 2013


sem demais palavras, até um dia.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Ginásio para quê? Estás magrissima!

Fui abordada por uma conhecida no facebook que me fez estas 3 perguntas e que me fizeram uma certa comichão:

  • Ai mas tu andas no ginásio porque? És magra.
  • Ai credo, mas levantas pesos? Vais ficar um homem, daqueles do culturismo.
  • Halteres? Isso é para homens.

Atenção não critico ninguém que não leve o mesmo estilo de vida que o meu, que não tenha o mesmo prisma sobre a actividade física e que não leve a sério o que digo quando digo: No pain, no gain. Este é o lema de muitos de nós que andam durante 5/6 dias por semana a tentar obter resultados, tentando melhorar a sua imagem nos seus próprios olhos.

Mas não gosto quando tentamos explicar a nossa perspectiva e nos chamam de loucos psicopatas, viciados em coisas fúteis como o ginásio. Que foi isso que aconteceu. Pois a verdade é esta: maior parte dos homens gostam de mulheres que cuidam do seu físico, e consequentemente têm maior auto-estima. As raparigas gostam de olhar e ver no que se podem tornar, ou olhar nem que seja para criticar, mas também olham. Mas no fim, é olhar para a nossa saúde e vermos tantas coisas positivas, que não acho que seja necessário enunciar, pois já todos sabem.
Haverá sempre alguém a criticar, é obvio. Mas critiquem só depois de experimentar. O que não falta são passeios para correr, e exercicios na net para fazer na rua. Essa coisa que só se faz exercicio no ginásio é da ultima década.

Mas vou responder aquelas três questões:

Primeiro o ginásio não serve só para perder peso... Isto não é o Biggest Loser e nós não somos todos obesos, carregados de problemas de saúde, cuja aquela é a última hipótese de recuperarmos a saúde que outrora transbordámos. Há pessoas, tipo eu, que estão, além de a tentar se sentir bem consigo mesmas, a tentar aliviar a pressão dos dias, estão a tentar não estar só de mau humor e a descarregar as frustrações nas pessoas que lhes são mais próximas.
Sim, eu sou uma mal humorada de primeira, mas a verdade é que desde que comecei a treinar, estou mil vezes mais bem disposta. Simples.

2 - Levantar pesos é um daqueles assuntos tabus entre as raparigas. Depois de trocar algumas ideias com o staff do meu ginásio chegámos à conclusão que, ainda que haja uma maior abertura da mente das raparigas para o "levantamento do ferro", e haja mais raparigas a importarem-se com o seu fitness, maior parte ainda acha tabu levantar mais do que 2.5 kgs de peso. Não é prejudicial, nem vos irá comer a sensualidade e feminilidade. Se levantarem aí uma barra com uns kilinhos, e fizerem uns QUANTOS agachamentos, o vosso rabiosque muda de forma, fica mais firme e o namorado até vai olhar mais do que olhava antes.

Halteres = coisa de home. Porra, não é. Faz calos, pois faz, e então? Lembrem-se que quando acenamos, temos a tendência para termos aquela gelatina a abanar também, e na nossa (na casa dos 20) isso não é muito sexy. Por isso treinar os braços... peguem nos halteres e verão que não é assim tão mau.

Claro que fui mais agressiva nas minhas respostas lá na outra rede social, mas acho que vocês, os meus fãs, ou melhor a minha fã, que nem sei se existem, merecem isso.

Mas pronto, defendo aqui a minha posição. Faço ginásio sim, quantas vezes me forem possíveis. Dói? Dói, nem imaginam às vezes o quanto. Mas... Tenho objectivos que quero cumprir, e não vou desistir mesmo quando vir os primeiros resultados. Porque aquilo que faço não é só para o imediato, é para o futuro.

E agradeço ao meu namorado, por ter arrastado o meu cu preguiçoso para um ginásio, e me mostrou que a vida não é só comer e dormir. Hoje sinto-me melhor comigo mesma só por causa disto, e se soubesse, já tinha começado mais cedo.


domingo, 10 de novembro de 2013

O que dizer a alguém que outrora nos conheceu, e que nesta altura não tem qualquer memória nossa?

As respostas que me deram não foram reconfortantes; "diga que está de passagem", "diga que veio só dar os bons dias a todos".

O que não me disseram era o que diria se essa pessoa soubesse que nos conhecia, mas não sabia de onde.

O coração torna-se do tamanho de uma ervilha, as mãos tremem que nem varas verdes, a respiração torna-se ofegante, e as lágrimas quase que se jogam dos olhos cá para fora. É duro. Parece que todas as lembranças foram deitadas ao lixo, mas não foram. Apenas por razões desconhecidas, a mente atirou para longe as memórias de tudo e todos, e limita essa pessoa a uma convivência controlada e observada por desconhecidos que dizem que se a pessoa não se lembrar, não podemos dizer-lhes quem somos realmente, correndo o risco de ela se assustar a levar a surtos e crises de ansiedade, muitas vezes difíceis de explicar, e desaguando em crises violentas.

Como é que é suposto não dizermos a essas pessoas que outrora foram tão importantes para nós, partilhar momentos, brincadeiras, risos? Gostaria de lhe dizer quem sou na realidade, o que ela já fez por mim... Até a saudade que tenho dos cozinhados dela.

Não é brincadeira. Hoje não foi um dia fácil, pareci que perdi não uma, mas duas pessoas no mesmo dia.

Saí derrotada nesta batalha com a vida.
O Alzheimer é uma doença de merda. É tão merdosa como o cancro. Rouba-nos tanto, em tão pouco tempo que nos dá vontade de gritar "Fodasse, Karma estás a exagerar um bocado nessa coisa do que What goes around, comes around ".

Quem me dera que te lembrasses de quem nós somos. Ainda não partiste e eu já tenho saudades.

"And if you're in love, then you are the lucky one
'cause most of us are bitter over someone.
Setting fire to our insides for fun
To distract our hearts from ever missing them.
But i'm forever missing him"



And I love you so, but where are you now?
You're everything I can think about.
Have lost you? Or have I wrecked my mind?
'Cause you seem so far..

If I could, I would ask for help, but I'm all alone. All I can see are my tears, all I can hear is my heavy breathing, all I can say... I don't, because I'm always screaming,

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Amo-te sem saber como

"Amo-te sem saber como, nem quando, nem onde. 
Amo-te simplesmente, sem problemas ou orgulho:
Amo-te desta maneira
 porque não conheço outra maneira de amar que não esta,
em que não existe nenhum
Eu nem nenhum Tu,
tão íntima que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão,
tão íntima que quando adormeço os teus olhos se fecham.”  
Pablo Neruda


Não me perguntes o que me deu, apenas li esboços, de um caderno já escrito com linhas tuas, de pequenos poemas em que tu te encaixas.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Roma e Florença, com um aperto no coração.



Sinto-me pequenina hoje.

A minha alma está meia que angustiada hoje.
Há três semanas atrás, encontrava-me eu, derrotada (provavelmente a ressonar) em Roma.
Hoje deu-me assim uma saudade, daquele país que me encantou, e de poder ter partilhado esta aventura com ele.

Deixo-vos meia duzia de recordações, que me trazem uma ou outra lágrima aos olhos.















quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Roma

11 dias. A primeira viagem.
Destino traçado.
Noite reservada.
Viagem sem fim.

Leva um cadeado no bolso, atira a chave ao rio.
Deseja. Sonha.

Faz-me acreditar que, daqui a 100 anos estaremos juntos.
Guarda-me sempre, bem junto a ti.


domingo, 7 de julho de 2013

O Sol. E nós claro.

Dizem que o sol nos faz bem.
Que nos põe mais alegres, bem dispostos, mais bonitos também.
Mas cá para nós...
És tu que me fazes isso tudo.

É caminhar na praia ao teu lado e tudo fazer sentido.
De olhares para mim e tudo ficar bem.
De me fazeres sentir bem, feliz, calma e algo que não sentia a algum tempo.

Bonita.
E cada vez mais, tudo faz sentido, e é contigo que vou ficar.
Ontem, hoje, amanhã.
E o amor cresce.

E é gigante.
Calma, não.
Gigante é pouco, não dá para quantificar.

sábado, 15 de junho de 2013

Tu.

A minha mente está cansada de estar aqui agarrada aos livros, às palavras da história passada.
Historia de guerras ganhas, de conflitos que ainda que terminados, perduram por entre os tempos.

E aqui, dormindo estás tu.
Na tua pose mais natural, com respiraçao profunda, tranquila.
Aí,  perco toda a vontade estudar, pois a vontade de estar contigo é maior.
Ao ver-te assim, lembro-me porque te amo, mesmo com a pior careta durante o sono.
É por poderes partilhar tudo comigo, até as noites a estudar.

Por isso, vou deixar o blog aberto para que vejas de manha:

Bom dia meu amor.
Deixei o meu coração contigo, cuida bem dele.

Tonight is the night, we’ll fight till it’s over.

segunda-feira, 3 de junho de 2013



Amo-te.
E por hoje é só.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Quem me dera ter outra inspiração para escrever. Queria escrever pelas melhores razões.
Mas não o faço.
Faço de lágrimas nos olhos, de aperto no coração, de vazio na alma.
Dizes que não te perdi, mas eu sinto o contrário.

Fiz asneira. Não, não traí, nao menti, não enganei.
Mas acomodei-me e deixei as coisas andar.
Fiz o que fazia antes: fazer girar tudo à minha volta.
Fui egoísta.
Agora, voltei ao buraco de onde saí contigo. Tudo ficou negro.
Silencioso.
Eu não te quero perder.
Como pude eu estragar o que de melhor tenho.
Volta, que não quero ficar sem ti, não quero estar mais um dia assim.
Não sou boa nestas coisas, nunca fui. Sei que não sou a pessoa mais carinhosa do mundo, deixei de o ser a algum tempo, mas quero se-lo por ti.
Tu não és de palavras, e preferes os actos. Preferimos todos. Tenho-te faltado, mas quero compor.
Haja tempo para compor, por favor.
Quero que voltes a acreditar.
Que acredites que te amo.
Que acredites que não há nada melhor que estar contigo.
Que acredites que talvez tenhamos sido feitos para ficar juntos, como outrora acreditámos.
Pois já não somos crianças.

Por isso perdoa-me. Perdoa-me um dia de cada vez.
Abraça-me outra vez.
Fica. Fica. Fica.
Porque tudo em mim grita para tu ficares.
O meu coração pede para tu me aceitares.
Volta, não vás.
Volta, para eu te fazer acreditar.
Volta e não vás mais..

quarta-feira, 27 de março de 2013

D.

Esta noite analisei.
Não um texto, não um livro.

Mas a ti,
Enquanto dormias, ali junto a mim, o teu rosto revelava serenidade, um breve sorriso; a tua mão agarrava a minha para não me deixar fugir, como se não houvesse mais nenhuma noite para além desta.
E eu sentia o teu calor, o teu corpo a relaxar.

E eu senti que tudo naquele momento fazia sentido.
Uma cama para dois, ou para três, que o Sam também é parte de nós.

E apesar de eu não ter tido a noite mais fácil, não deixaste de acordar de tempos a tempos, perguntando se eu estava bem.
E de me esfregar a mão nas costas, e de moldares o teu corpo no meu...

São pequenos gestos estes que fazem tudo valer a pena.
Que os grandes são para inglês ver.
Mas é no silêncio, nos braços um do outro, no olhar, nos momentos a dois, que me dizes tudo.


Enquanto quiseres, o meu amor será teu. O que escrevo será para ti. Será tudo para ti. *

"And with words unspoken
A silent devotion
I know you know what I mean
And the end is unknown
But I think I’m ready
As long as you’re with me"

sexta-feira, 22 de março de 2013

A,

No dia 22-03-2010 vieste ao mundo. Eram 02:07 da madrugada.
Quando te vi, o meu coração, já gelado pela, a traição de um grande amor, a ausencia de outro, estremeceu. Aqueceu. Bombeou.
E tudo quando te vi.
E jurei a mim mesma que este amor maternal só seria ultrapassado por um filho meu.
Que a minha protecção perante ti será eterna.
Que quando não tiveres mais ninguém com quem contar, estarei eu cá.

Muitos choros passaram, biberões foram feitos e dentes nasceram.
Hoje já falas, corres como se não houvesse amanhã, e tens as piadas mais engraçadas.
Estás grande, demasiado grande para uma criança de 3 anos.
Mas não tão grande como as saudades que tenho, e a pena de não te poder ver mais vezes!

Por isso, escrevo aqui, para que os meus saibam que tenho o melhor afilhado que alguém podia desejar, que assinalo este dia como o primeiro em que estive ausente.

Parabéns meu pequeno orgulho.
Meu (pequeno) Grande amor.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Linda... Martini


E podia deixar que a falta de tempo me esgotasse.
Que os meus olhos se cansassem.
Que a voz me falhasse.
E que passasse noites sem fim acordada entre livros, folhas, palavras distintas, tão conhecidas e no entanto tão esquecidas.

É então que a guitarra dos Linda Martini entrou em mim.
E me lembrou do meu objectivo.
Do meu recomeço.
Da minha vontade de ser diferente.
De fazer o que quero.
E de tão grosseira que são aquelas notas, tão agressivo que é o seu tom.
Me deu de novo energia para estudar, calma para recuperar, para ao ginásio voltar...

Para em setembro, estar de novo a estudar. Desta vez aquilo que sempre quis...

Ao meu melhor amigo, e namorado, sempre presente, pelo apoio dado nestes dias longe do ginásio, com o meu humor de novo galopante, e que nem no pior dos meus momentos, me deixa de abraçar, dar-me um beijo na testa, e dizer que me ama.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Mil anos depois.

Passaram-se mil anos desde que estive aqui desde a última vez.
E passou-se tanta coisa, que demoraria mais mil anos para contar.

Mas não tenho mil anos. Nem um  segundo tenho.

Mil coisas para fazer, para estudar, para treinar.
Estou sem tempo para nada. Há tanto para fazer e tão pouco tempo.

E parece que não consigo respirar, estou ofegante, desesperada, a hiperventilar.
Devia poder multiplicar as minhas horas diárias.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Grito.

À noite não durmo.
A insónia toma conta de mim.
Atropelada pela vontade de te ter sempre aqui.
Mas não é uma insónia "má".
É só a minha felicidade a falar mais alto.

Por algo que juntos construindo, constantemente, memórias, desejos e sonhos.

E eu grito, e respiro! E grito mais e encho os meus pulmões de ar! E rio, até chorar e doer a barriga.
Das parvoices, das piadas, das brincadeiras.

E GRITO. Que te amo, para toda a gente ouvir.
E eu escrevi o "teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!"


Endoideci, e vou dizendo o teu nome durante a noite, durante o dia... Todo o dia.
Porque estás sempre aqui, duma maneira ou de outra.
Pelos teus encantos me perdi, pelos nossos sonhos vou desejando... E por ti.
Me apaixonei.

E é tudo tão.. bom!  Grita, grita comigo mais uma vez!