quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Amo-te sem saber como

"Amo-te sem saber como, nem quando, nem onde. 
Amo-te simplesmente, sem problemas ou orgulho:
Amo-te desta maneira
 porque não conheço outra maneira de amar que não esta,
em que não existe nenhum
Eu nem nenhum Tu,
tão íntima que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão,
tão íntima que quando adormeço os teus olhos se fecham.”  
Pablo Neruda


Não me perguntes o que me deu, apenas li esboços, de um caderno já escrito com linhas tuas, de pequenos poemas em que tu te encaixas.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Roma e Florença, com um aperto no coração.



Sinto-me pequenina hoje.

A minha alma está meia que angustiada hoje.
Há três semanas atrás, encontrava-me eu, derrotada (provavelmente a ressonar) em Roma.
Hoje deu-me assim uma saudade, daquele país que me encantou, e de poder ter partilhado esta aventura com ele.

Deixo-vos meia duzia de recordações, que me trazem uma ou outra lágrima aos olhos.