terça-feira, 22 de setembro de 2009

Days go by.


Os dias passam, as rotinas criam-se.

Aos poucos, volta a monotonia dos dia de escola, em que as aulas passam lentamente.

Em casa, notícias chegam, bombardeando-me com sentimentos difusos.


Dia 22 de Setembro, chegou o Outono. A partir de agora os dias anoitecem cada vez mais cedo, dando lugar à noite, por vezes sombria. Dizem que esta estação é propicia para as pessoas se sentirem mais melancólicas. Neste momento.. mais melancólica que isto não é possivel.

Esperam-se dias melhores, em que pisamos as folhas e o que som que reproduzem assemelham-se a pequenas batatas fritas e sentimos uma pequena alegria e rimos enquanto competimos para ver quem pisa mais , numa brincadeira de crianças que fazemos agora, sendo praticamente adultos.

Esperam-se dias melhores em que sentimos a brisa das manhãs na cara e procuramos o calor humano naqueles que mais nos confortam.

Espero que alguns problemas se resolvam para bem.

Espero pelo New Moon e pelos Muse.


E vocês, esperam pelo quê?

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Verão.

Amanhã, dou por terminado o meu Verão. Não totalmente, apenas até que o Outono o arraste e só sinta o seu calor e veja a mesma luz intensa do sol no próximo ano.

Os dias vão encurtando, arrefecendo. Maior parte das pessoas já voltaram de férias e como tal, o trânsito aumenta, entupindo as estradas que outrora percorremos a caminho da praia ou apenas passeámos.

Não há mais dias passados a dormir, e noites acordada, sentindo-me notívaga.
Todos as tardes passadas, gargalhadas sem fim, o sol que nos batia na cara e queimava a pele. Todas as noites de conversas , todas as festas, todos os cafés.


Gostava que o Verão durasse só mais um pouco...




quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Silêncio

Há quem não goste do silêncio. Eu gosto.
Não aquele silêncio contrangedor, de quem não tem nada para dizer, mas sim aquele silêncio que conforta a alma quando mais necessito. Se pudesse, ficaria no silêncio o dia inteiro, e isso não me havia atormentado em momento algum.


Preciso de ouvir o bater do meu coração, ouvir a voz da minha consciência. Fechar os olhos e ouvir a minha respiração, procurar a paz que me impede de ficar louca com o tormento do que ficou por dizer.


O teu silêncio tornou-se companhia constante.
Por favor, diz-me que, ao menos, a amizade que houve não foi em vão. (" Vou para a Austrália ")
Ficou mesmo muito por dizer.




A ti G, agradeço tudo o que fazes por mim.