terça-feira, 21 de fevereiro de 2012


A few more steps, and I'll get you :)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Acordei a meio da noite.
Num turbilhão de pensamentos.
Como se os pensamentos fossem enormes pedras da calçada que me fizessem tropeçar a cada passo que dou.

"Já passou". Foi isto que tentei convencer-me ao longo dos anos.
Já passou, não penso mais nisto. Não sinto mais isto.
Não sinto aquilo.
E minto ao meu inconsciente. E a todos.
De que já não sinto toda e qualquer por ti. Que já não passo noites acordadas a pensar em ti. Que o meu não estômago se revolve quando oiço a tua voz.
Como se tratasse de umas folhas de papel riscadas pela tinta da esferográfica, coladas sob o pisa papéis que estava ali, em cima da secretária.

Mentira.
Minto a ti, a mim e a eles. Mas minto a mim.
Porque antes da opinião de todos os outros, importa aquilo que eu sinto e o que penso.

Não te amo. Mas ainda gosto de ti. E da maneira fácil com que a tua vontade me faz mover.
Não passo todas as noites a pensar em ti, apenas algumas.
Não me revolves o estômago, mas ainda me fazes sentir um nó na garganta.
Amor não é dizer "Amo-te", e tão pouco é "Amo-o, sim.".

Às vezes o amor é isto. É pensar no assunto, causar-nos algum incómodo. Uma comichão, não permanente, mas daquelas que vai e vem. Apenas quando nos lembramos.

Como já vivo nisto à tanto tempo, tento desesperadamente arrancar Este Sentimento de dentro, tanto porque já passou, porque não vai voltar a acontecer, e porque tu simplesmente viveste através disso.
Inflamaste algo a que muitos chamam Amor, e que eu outrora chamei também. Agora, e apenas como me sinto agora chamo tormento. Que insiste em não passar.

Já me importei mais com o que os outros pensam, nomeadamente pessoas que dão o seu sermão de Santo António aos Peixes, mas que a moral é algo que não as acompanha com certeza.
O que me importa neste momento é retirar isto de mim, não desesperadamente.
Tranquilamente, como cada passo que aprendi a dar em criança.

Quero recuperar o meu coração, o meu amor e o meu afecto outra vez.
Para que um dia mais tarde o possa dar a outra pessoa.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Sol


O sol dá-me todo um outro ânimo.
Todo aquele calor, que me torra a cara, até de óculos de sol.
Que me põe o sorriso de orelha a orelha, e que me faz dar as gargalhadas mais emocionantes, depois de dias tão entediantes, em que a chuva me obriga a ir para casa ou resguardar-me num café ou num tasco, a beber cervejas ou vinho até que me dê a vontade de ir para casa. Ou então que tenha de ir a correr para trabalhar (e esta parte não é má, de todo).

Mas é o calor e o sol que me arrebatam. " Oh meu Deus. "
É o dia ter mais umas quantas horas, poder andar sem aqueles casacos que pesam toneladas, andar de t-shirt, beber mais cerveja que o habitual, porque desliza bem, poder estar em esplanadas durante tempos que parecem infinitos e sair de casa todas as noites e ter centenas de pessoas a fazer o mesmo.
É olhar para o céu, e ver o azul bebé.
Ao final da tarde, fica alaranjado, cor-de-rosa.. Bem um misto de cor delicioso.

Eu sei que faltam "séculos" para o Verão, mas o dia de hoje fez-me relembrar quão bom são estes dias, solarengos, e até de algum calor. E que existem as companhias perfeitas para desfrutar de dias assim.

Priceless moments, unforgettable laughs.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A vida são 2 dias para uns, 3 para mim.

Nunca a morte de um estranho se tornou tão marcante.
Pelas razões mais óbvias, não fosse o homem se ter atirado para debaixo do metro diante dos meus olhos. E eu só ter assimilado isso depois.
Inconscientemente, dei 6 passos para a minha direita, e dei com o real horror. Todos os filmes se tornaram uma brincadeira diante daquilo.

A imagem que me vai perseguir para sempre é basicamente a de um corpo desfeito, o cheiro a pele estorricada... Cada vez que me aparece aquela imagem aos meus olhos, dá-me um aperto.
Entre tantas outras pessoas eu balbuciava coisas sem sentido, enquanto um desconhecido me arrastava daquele local para fora. As lágrimas corriam-me o rosto sem pingo de sangue, o meu corpo num frenético tremor, apenas abafado pelo abraço de um amigo.

Alguém acabou com a própria vida, por razões que ninguém sabe. Será que deixou uma familia, amigos? Quão grande era o seu desespero? Seria apenas mais um esquizofrénico que num momento de delírio se atirou? Nunca se irá saber.

O que eu sei é que depois disto, tenho uma nova perspectiva. Aquele homem mudou-me naquele instante. À dias atrás prometi a mim mesma que a minha filosofia seria : "Pensamentos positivos atraem coisas positivas."

Depois disto será não só isto mas: "Pensamentos positivos atraem coisas positivas. E vou lutar sempre e até ao fim por mim e pelos meus. As soluções somos nós que as criamos."

Porque como alguém me disse: Se a vida daquele homem foram dois dias, a tua são 3. Já viveste tanto, és como as tartarugas, que vivem centenas de anos.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Rita.

It’s been so long since you’ve gone, and I miss you the most.
Right now, I just needed you.
Your hug, your voice and your peace.
While I look the sea, I still feel your weak but warm arms around me.
I still see your green eyes looking through the peace you needed the most.
I still remember your brown curly hair dancing with the wind.
Remember the nights awake, the days laughing.
The days of pain, misery … But I rather remember you smiling, fighting.
That always remind me to fight back, through the things you didn’t have chance to fight and live through.
Thank you, for being a guardian angel, to make me stronger, to make me grow up.

I love you, I miss you. You’ll always be my best friend, my sister.

“Follow your dreams”