quarta-feira, 13 de março de 2013

Mil anos depois.

Passaram-se mil anos desde que estive aqui desde a última vez.
E passou-se tanta coisa, que demoraria mais mil anos para contar.

Mas não tenho mil anos. Nem um  segundo tenho.

Mil coisas para fazer, para estudar, para treinar.
Estou sem tempo para nada. Há tanto para fazer e tão pouco tempo.

E parece que não consigo respirar, estou ofegante, desesperada, a hiperventilar.
Devia poder multiplicar as minhas horas diárias.

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